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Mostrando postagens de janeiro, 2010

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E para encerrar o assunto...

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Alguns versos singelos, no idioma original de Shakespeare. E, sim, os versos são meus ... A tragedy of Love A tragedy of the mind A tragedy of the law And the tragedy of a wife Whose passions are wronged Whose intentions are forsaken And whose husband, though strong Is by eyes and ears mistaken So is the tragedy of the Moor A story of misplaced cheating A web of whispers and words A righteous man misleading A wicked tongue work A disguised fiend deceiving So unfortunate is she Whose beauty is temptation Devouring his speech Doomed by infatuation So unprepared is he For the scars of conciliation For a moment under sheets For the sweets of fornication Hence this story of theft Of romance undermined Of lives taken and left By deception undefined Of Love quelled by death And silence reconciled. Traduzindo: Uma tragédia de amor Um trágico pensamento Uma lei para se impor E uma esposa em tormento Com a paixão negligenciada Com o intento restringido...

Já dizia Veríssimo...

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"A força mais destrutiva do universo é a FOFOCA ."

Mulheres de Shakespeare Vol.1 - DESDÊMONA

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"Ó desgraçado assassino! O que tamanho idiota faz com tão boa mulher?" A respeito do drama trágico Otelo, o mouro de Veneza  (1603), de W. Shakespeare, Carol Thomas Neely (1983)  afirma que  temas corriqueiramente cômicos - amor, fofoca, casamento - são transfigurados para o trágico justamente porque desenvolvem-se na trama  formas extremas de idealização e de degradação do amor e da sexualidade, de forma que toda a ação está centrada em uma situação-limite, isto é, o total desaparecimento da referência feminina na trama, em favor de um mundo onde impera exclusivamente o poder masculino que, segundo Neely, inclui competitividade, hostilidade, e uma moral restrita, impermeável à natureza da mulher. Neely faz uma bela análise do relacionamento que se desenvolve entre os protagonistas, o general negro Otelo e a dama branca Desdêmona, diferenciando as expectativas amorosas de ambos ao assumirem um romance fora dos padrões da sociedade em...

Marihuana

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teu amor é fumaça lenta inebriando um mar de delírios, um par de lágrimas que esquenta ardido ardente olhar que alimenta... é palavra que esvazia a boca do vício de todo resquicio da dor que arrepia meus pelos, meus cabelos minha fantasia... teu amor é cheiro é perda, é achado é o ar arfado que respiro inteiro é o riso que não resisto é um sacrilégio em que insisto. por Claudinha M.

MULHERES QUE PECAM N. 8 apresenta...

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Mulheres de Shakespeare Aguardem...

Profanando A. E. Housman (1859-1936)

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Um dos meus poemas favoritos, com uma modesta tradução de minha autoria: How clear, how lovely bright, Tão claro, atraente brilhar How beautiful to sight Tão bonito de se olhar Those beams of morning play; Os raios que a manhã irradia How heaven laughs out with glee Como o céu dá alegres risadas Where, like a bird set free, Onde, qual ave libertada, Up from the eastern sea Sob o o mar da alvorada Soars the delightful day. Eleva-se o prazer do dia. To-day I shall be strong, Neste dia mais forte eu serei No more shall yield to wrong, ao pecado não me entregarei Shall squander life no more; Não deixarei a vida sumir; Days lost, I know not how, Dias perdidos, como eu não sei, I shall retrieve them now; Mas agora os retomarei Now I shall keep the vow E a promessa eu manterei I never kept before. Que nunca pude cumprir.   Ensanguining the skies Ensanguentando o firmamento How heavily it dies Quão pesado padecimento Into the west away; No poente ent...