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Mostrando postagens com o rótulo feminino

"Pulou sete ondas no dia primeiro, já é fevereiro e eu não vou voltar..."

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 Minha alma grudou nesses versos de um jeiro visceral, profundo "Não vou voltar" Então não insista. Não se ponha no meu caminho. Não me envolve nos teus dramas.  Não tente me vilanizar. Porque eu sou sozinha, mas não estou só... eu não sou teu lar. "Se tu vai, não vou" "Já passou seu tempo" E muitas vezes passa também o entendimento, Por que é tão difícil simplesmente desapegar?  Teu caminho é livre, é tua escolha e teu lugar. Desencoste, segue teu rumo. Me deixa em paz pra rodar o mundo. "Se eu sou teu sonho, tu é pesadelo" Eu nunca serei a ideia que tu faz de mim; Te orienta. Quem de nós nunca teve uma Desgraça dessas? P.S> Esse album todo é LUZ. Te amo, Anita. 

A Garota com o Dragão no corpo: a guerra dos sexos continua...

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Banner da versão sueca do romance para o cinema Da metade para o final do romance encontramos o clímax da representação dos Homens que odeiam as mulheres , quando Lisbeth e Mikael conectam o desaparecimento de Harriet Vanger a uma série de assassinatos bárbaros, em que mulheres judias eram o alvo. Considerando o conhecido anti-semitismo dos Vanger, Mikael e Lisbeth suspeitam que Harriet poderia ter descoberto um assassino serial dentro de sua própria família - seu sumiço então seria uma queima de arquivo.  É determinante na narrativa a distorção e/ou desaparecimento da figura materna. Descobrimos através de Mikael que a mãe de Harriet era alcoólatra e incapaz de cuidar dos filhos (Harriet e o irmão mais velho, Martin). E Lisbeth nunca menciona o que acontecera à sua mãe, tudo que a define vem da sua problemática relação com o pai, ou com aqueles que o substituíram. Da mesma forma, as figuras paternas que contrariam esta cadeia de poder patriarcal são punidas, de algu...

A Garota com o Dragão no corpo: a guerra dos sexos no romance de Stieg Larson

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Banner da versão americana do romance para o cinema (2011)   A trama de The Girl with the Dragon Tattoo ( A Garota com a Tatuagem de Dragão ), titulo em inglês do romance de 2005 escrito pelo sueco Stieg Larson, gira em torno de uma mulher com um passado marcante e triste, que a transforma em um espírito impulsivo, com uma língua ferina e um parco auto-controle, na visão de seus tutores. Perdida num mar de referencias à sociedade patriarcal, essa mulher estabelece uma relação de amor, ódio e poder com o mundo masculino que parece cerceá-la. Neste sentido, o título original do livro, Män Som Hatar Kvinnor ( Os homens que odeiam as mulheres )   cai como uma luva. Lisbeth Salander é uma mulher de 24 anos que vive sob a tutela do Estado, devido a uma suposta propensão à violência (Lis fora acusada de assassinar o pai biológico). A personagem é descrita como franzina, andrógina, que não aparenta a maioridade. O corpo frágil e sem grandes atrativos esconde, porém, um...