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Mostrando postagens de janeiro, 2011

Não sei quem escreveu, mas como boa pisciana tenho que concordar...

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"A realidade é para aqueles que carecem de imaginação"

O homem, a mulher e o sexo em DRÁCULA - Parte II

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 Capa da 1ª Edição de "Drácula" Dando continuidade à nossa reflexão sobre Drácula, vamos falar da relação do Conde com os personagens femininos mais marcantes na trama criada por Bram Stoker. Embora seja minha intenção focar na influencia de Drácula sobre Mina Harker, não podemos esquecer da melhor amiga de Mina, Lucy Westenra, que se torna na primeira vítima do vampiro. É importante salientar aqui a alta conotação sexual na relação entre Drácula e suas vítimas. Há quem considere Drácula o primeiro romance gay já escrito, por conta do interesse de Drácula em reservar o sangue de Jonathan Harker apenas para si, sem dividí-lo com as suas "noivas" no castelo. Em vez disso, proponho que o interesse de Drácula é, primordialmente, no corpo, no sangue, na juventude. Quando Drácula olha Jonathan, anseia pelo que já não possui. E quando diz que também pode amar não se refere, na minha interpretação, à Jonathan, mas à junventude que este representa - querendo dizer...

Farewell

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tudo está dito seu livro sobre a mesa suas canetas, seus escritos suas tristezas seu ar de mito suas poucas falas suas roupas caras suas incertezas tudo são passos sem muito aviso sem muito abraço sem juízo seu lado da cama é um laço é um drama que eu não preciso. tudo escondido nos cantos, no passado tudo devolvido tudo encontrado então está falado pelos nossos umbigos pelos vindos e idos tudo é antigo tudo desatado.

VERSO

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  Escrevo sem parar Aquelas cartas que não lerás...e Daqueles beijos que não me deste Daquelas marcas que não fizeste Só resta a amargura do verso Só me resta o maldito nexo Minha visão da razão que invento O que não sei dizer, mas tento...

O homem, a mulher e o sexo em DRÁCULA, de Bram Stoker

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Parte I - Ceticismo e Vampirismo - Os personagens masculinos  "Drácula" (1897), de Bram Stoker  Nos grupos de discussão da faculdade sobre Drácula (1897), sempre nos incomodávamos com o fato de que a estória parecia pender para um exagerado maniqueísmo, uma visão preta e branca do mundo - isso é isso e aquilo é aquilo. Assim, o que víamos a grosso modo é que Drácula era mal, e todos os demais seriam redentores. Isso porque a narrativa nos apresenta o Conde como numa foto antiga, amarelada por um tempo que jamais é narrado. Não existe um processo de maturação do personagem, um desenvolvimento narrativo qualquer que nos permita estabelecer quem, como, quando, onde e, sobretudo, por quê. Drácula simplesmente é. Um produto de contos ancestrais, uma figura mítica, indeterminada e pervertida. A aparente falta de aprofundamento estético do personagem contrasta com a sua maldade intríseca e aparentemente injustificada. Neste contexto, os personagens desenhad...

Feliz Ano Novo!!

Olá queridos amigos do blog, Voltei de viagem no inicio desta semana e agora estou fazendo o nosso calendário de artigos das mais famosas Mulheres que Pecam para o ano de 2011. A partir de amanhã já devemos iniciar os trabalhos. Por agora, deixo a minha mensagem de prosperidade e paz para o ano que está chegando agora, e que nós continuemos sempre por aqui, brincando de literatura e pecado no nosso cantinho. Um beijo a todos e obrigada pelas mensagens de Ano Novo. Já, já eu volto!!! Claudinha Monteiro