I´m back, bitches!!!! Após um hiato longo demais, volto às minhas origens num tempo de misoginia estrutural, red pills e feminicidios. Bora pecar, porque viver não basta!
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Ode to Self
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I have abandoned you again I've been distracted by my wordly demons and star-crossing my illusions and loneliness. I've been stucked in the middle of the room and let the walls allienate me. And I could think of nothing else but the one apart from my own miserable, unwarned soul - The one I'm yet to be. I've deserted you for too long and I'm not yet back but I do hear you... loud and clear I've been such a dellusional little mind An uncontrolable dream freak And I apologize. - Ana Monteiro
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A maior riqueza do homem é a sua incompletude. Nesse ponto sou abastado. Palavras que me aceitam como sou - eu não aceito. Não agüento ser apenas um sujeito que abre portas, que puxa válvulas, que olha o relógio, que compra pão às 6 horas da tarde, que vai lá fora, que aponta lápis, que vê a uva etc. etc. Perdoai Mas eu preciso ser Outros. Eu penso renovar o homem usando borboletas. Manoel de Barros (19/12/1916 - 13/11/2014)
A menina e o vento
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No meio do mundo a menina pára engasgada com o vento sem deixar o pensamento avançar a caminhada No meio do mundo gira a mandala e a menina pára no tempo No meio do mundo a menina exala e pensa, e fala e muda o momento mais uma essencia mais um invento No meio do mundo De tanto esperar a menina escapa do movimento No meio do mundo num instante intenso a menina pára enxerga um começo No meio do mundo em passos lentos sem memória. nem intento só o tempo que sabe a história da menina que chora e o vento. - Ana C Monteiro
A mulher que passa | Vinicius de Moraes (1913-1980)
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Em 19 de outubro comemoramos 100 anos do nascimento do poetinha Vinicius de Moraes. E como ele gostava de cantar as mulheres! Essa ele escreveu quando era bem jovem - mas já é o embrião de uma outra poesia cantada sobre uma certa Garota de Ipanema... Vinicius de Moraes nasceu um ano depois e morreu seis meses antes que Nelson Rodrigues. O poetinha e o anjo pornográfico teriam mais uma coisa um comum: os seus amores - e desamores - pelas mulheres sobre as quais tanto escreveram. A mulher que passa | Vinicius de Moraes A MULHER QUE PASSA Rio de Janeiro , 1938 Meu Deus, eu quero a mulher que passa. Seu dorso frio é um campo de lírios Tem sete cores nos seus cabelos Sete esperanças na boca fresca! Oh! como és linda, mulher que passas Que me sacias e suplicias Dentro das noites, dentro dos dias! Teus sentimentos são poesia Teus sofrimentos, melancolia. Teus pelos leves são relva boa Fresca e macia. Teus belos braços são cisnes mansos Longe das vozes da ventania...
BIRTH
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Este verso sem memória na minha mente em pedaços tropeçando a história em meus passos conspirando um sentimento que retorna com o vento e não se demora... É um verso que agora insiste e mente dizendo-se presente nunca foi embora como essa dor se entende e minha alma explora não sei, e nem explico o texto que aflora... E esse verso, a essa hora é um karma inverso é uma espora sangrando um contrasenso e um caos imenso que revigora. by Ana Monteiro