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DRÁCULA, MEU AMOR...

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Este livro também explora a conexão sugerida entre Mina Harker e o Drácula de Bram Stoker com a mesma perspectiva romantica do filme que usei como comparação no nosso artigo. É um título publicado em 2010 pela Ed. Harper em que a escritora americana Syrie James inverte a história sob o ponto de vista de Mina Harker e a coloca num triangulo amoroso tórrido com o marido Jonathan e o Conde Drácula. O romance é escrito, como o original de Stoker, na forma epistolar - ou seja, como se tivessem achado muito tempo depois os diários secretos de Mina Harker, onde ela conta sua história. Leitura obrigatória para quem gosta de amor gótico.  "Drácula, Meu Amor: Os Diários Secretos de Mina Harker"  (2010) 

O homem, a mulher e o sexo em DRÁCULA - Parte II

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 Capa da 1ª Edição de "Drácula" Dando continuidade à nossa reflexão sobre Drácula, vamos falar da relação do Conde com os personagens femininos mais marcantes na trama criada por Bram Stoker. Embora seja minha intenção focar na influencia de Drácula sobre Mina Harker, não podemos esquecer da melhor amiga de Mina, Lucy Westenra, que se torna na primeira vítima do vampiro. É importante salientar aqui a alta conotação sexual na relação entre Drácula e suas vítimas. Há quem considere Drácula o primeiro romance gay já escrito, por conta do interesse de Drácula em reservar o sangue de Jonathan Harker apenas para si, sem dividí-lo com as suas "noivas" no castelo. Em vez disso, proponho que o interesse de Drácula é, primordialmente, no corpo, no sangue, na juventude. Quando Drácula olha Jonathan, anseia pelo que já não possui. E quando diz que também pode amar não se refere, na minha interpretação, à Jonathan, mas à junventude que este representa - querendo dizer...