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Pisces
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She got motherhood She ain't a mother She got crazy gifts She don't bother She got tiny bits She don't keep She ain't a lover Until she sleeps She's not like any other No other is like this. She's never silent In her mind she screams the mind you don't speak she quietly reads She burns her own ground Before she flees She got none around But she still sees There's no one like her Not one like this.
The room
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I'm here in this empty room Where dreams of mine come true baring truths that come clean Where I loudly, proudly scream In this dark, dimlit room I got this wild imagination got my writings deep on the walls when my cruel inspiration falls I´m this self-devastating room where i am whoever I hide whatever I keep locked inside in this ruthless, raging place where fresh wooden frames get the riddles off my mind.
"Pulou sete ondas no dia primeiro, já é fevereiro e eu não vou voltar..."
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Minha alma grudou nesses versos de um jeiro visceral, profundo "Não vou voltar" Então não insista. Não se ponha no meu caminho. Não me envolve nos teus dramas. Não tente me vilanizar. Porque eu sou sozinha, mas não estou só... eu não sou teu lar. "Se tu vai, não vou" "Já passou seu tempo" E muitas vezes passa também o entendimento, Por que é tão difícil simplesmente desapegar? Teu caminho é livre, é tua escolha e teu lugar. Desencoste, segue teu rumo. Me deixa em paz pra rodar o mundo. "Se eu sou teu sonho, tu é pesadelo" Eu nunca serei a ideia que tu faz de mim; Te orienta. Quem de nós nunca teve uma Desgraça dessas? P.S> Esse album todo é LUZ. Te amo, Anita.
Fim de caso
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Meu papo é reto Sem muitos rodeios De onde tu veio Já pode voltar Já passou do tempo de eu te dar um freio Já tá na tua hora de se retirar. Tá tudo bem porque Comigo nada é certo mas você chegou perto de me impressionar Eu vi teu jingado Parei do teu lado Um samba bonito de se acompanhar Mas tua cama, meu bem, é de gato Tua convesa vai Tua conversa vem Você deu um jeito de ocupar espaço Querendo um laço Que eu não ato em ninguêm Agora é deixar o dia raiar Vamos deixar a vida seguir Amor é moda boa de cantar Mas dentro do meu mar Só eu posso ir. Ana Monteiro
Vendetta
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Sete dias caçoam de mim Eu os enfrento, em silêncio Sei de cor o que aprendi A dor eu escondi Dei um jeito de trair o tempo No domingo eu abro as janelas Fico no meio delas Para a luz não entrar, Prefiro o sol à luz de velas Asso minhas feras para o jantar Quando a hora cansa e não me espera Eu rio dela Eu sei me vingar.
Ode to Self
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I have abandoned you again I've been distracted by my wordly demons and star-crossing my illusions and loneliness. I've been stucked in the middle of the room and let the walls allienate me. And I could think of nothing else but the one apart from my own miserable, unwarned soul - The one I'm yet to be. I've deserted you for too long and I'm not yet back but I do hear you... loud and clear I've been such a dellusional little mind An uncontrolable dream freak And I apologize. - Ana Monteiro
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A maior riqueza do homem é a sua incompletude. Nesse ponto sou abastado. Palavras que me aceitam como sou - eu não aceito. Não agüento ser apenas um sujeito que abre portas, que puxa válvulas, que olha o relógio, que compra pão às 6 horas da tarde, que vai lá fora, que aponta lápis, que vê a uva etc. etc. Perdoai Mas eu preciso ser Outros. Eu penso renovar o homem usando borboletas. Manoel de Barros (19/12/1916 - 13/11/2014)
A menina e o vento
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No meio do mundo a menina pára engasgada com o vento sem deixar o pensamento avançar a caminhada No meio do mundo gira a mandala e a menina pára no tempo No meio do mundo a menina exala e pensa, e fala e muda o momento mais uma essencia mais um invento No meio do mundo De tanto esperar a menina escapa do movimento No meio do mundo num instante intenso a menina pára enxerga um começo No meio do mundo em passos lentos sem memória. nem intento só o tempo que sabe a história da menina que chora e o vento. - Ana C Monteiro
A mulher que passa | Vinicius de Moraes (1913-1980)
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Em 19 de outubro comemoramos 100 anos do nascimento do poetinha Vinicius de Moraes. E como ele gostava de cantar as mulheres! Essa ele escreveu quando era bem jovem - mas já é o embrião de uma outra poesia cantada sobre uma certa Garota de Ipanema... Vinicius de Moraes nasceu um ano depois e morreu seis meses antes que Nelson Rodrigues. O poetinha e o anjo pornográfico teriam mais uma coisa um comum: os seus amores - e desamores - pelas mulheres sobre as quais tanto escreveram. A mulher que passa | Vinicius de Moraes A MULHER QUE PASSA Rio de Janeiro , 1938 Meu Deus, eu quero a mulher que passa. Seu dorso frio é um campo de lírios Tem sete cores nos seus cabelos Sete esperanças na boca fresca! Oh! como és linda, mulher que passas Que me sacias e suplicias Dentro das noites, dentro dos dias! Teus sentimentos são poesia Teus sofrimentos, melancolia. Teus pelos leves são relva boa Fresca e macia. Teus belos braços são cisnes mansos Longe das vozes da ventania...
BIRTH
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Este verso sem memória na minha mente em pedaços tropeçando a história em meus passos conspirando um sentimento que retorna com o vento e não se demora... É um verso que agora insiste e mente dizendo-se presente nunca foi embora como essa dor se entende e minha alma explora não sei, e nem explico o texto que aflora... E esse verso, a essa hora é um karma inverso é uma espora sangrando um contrasenso e um caos imenso que revigora. by Ana Monteiro
JORGE AMADO 100 anos - Você conhece bem os personagens do escritor?
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10 anos da FLIP Paraty 2012 - de 04 a 08 julho. Clique na imagem para saber todos os detalhes...
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SEGREDO
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Se eu fosse falar de amor Não seria assim do nada Nem teria poucas palavras pouco caso, pouca cor Amor é amor e sendo assim sai de várias partes de mim invade o instinto e o pavor Se eu fosse falar de amor E então te olhar numa única imagem, o infinito Se eu fosse bordar um desejo, um mito Nas tuas mãos veria o mar diante de mim, distante de mim aflito. Amor é amor... se eu fosse falar se não fosse a tua presença a me calar de forma nua, intensa se não fosse a diferença se não fosse um encanto quebrar... Inspirado numa história que venho acompanhando numa série de TV. Qualquer semelhança com pessoas/fatos do cotidiano é mera coincidencia. Feliz Dia dos Namorados! :D
Madalena
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Tinha todos os defeitos. Insubordinada, voluntariosa, metida. Tinha aquela teima rudimentar. Gostava demais de rir, e quando podia, falava muito, nem que fosse com as paredes. Não conhecia medida de nada - pensamento, sentimento, tudo ia longe, tudo parecia a eterna felicidade ou um contínuo sofrimento. Madalena era assim, rainha de si, sua própria bomba-relógio. Passava na rua um dia, e um idoso cabisbaixo pediu uma esmola. Solícita, Madalena deu todos os seus trocados. Ao agradece-la, o homem disse: "Vamos fazer uma aposta?" A pergunta pegou Madalena de surpresa. "Como assim?" "Uma aposta. E antes que Madalena respondesse, continuou: "E um aviso: nem todo caminho é curto." "Como assim?" Madalena perguntou. "Voce não sabe aonde quero chegar" "Nem você", e o velho abriu um sorriso sem dentes. "Paciência, moça. Olhe para o lado, respire. Voce passa pela vida como um furacão. E quando olha para trás...