O livro A jovem Antonieta, ou simplesmente Tieta, era o que se chama no interior de cabritinha. Pastora de cabras, a ambiguidade de seu apelido também alude a uma menina espevitada, brejeira, que gostava de provocar principalmente o sexo oposto. Nos idos anos do fictício Mangue Seco, Tieta corria as dunas, incorporando a onomatopéia dos cabritos, encorajando e desafiando os homens. Até seu pai olhava-a diferente. Tieta era, se assim pudermos comparar, uma Lolita em estado bruto. Sem cultura, em roupas de chita, e com modos rústicos. Assemelhava-se em grande parte aos animais que tangia. Mas seu apelo erótico e suas escapadelas incomodam muita gente. Até que são delatados pela irmã mais velha, a invejosa Perpétua, fazendo com que seu pai a espanque e expulse de casa e da cidade de Santana do Agreste. No interior, o pátrio poder tem mãos de ferro, e a família é seu território, sobretudo as mulheres. Mas na história de Tieta do Agreste (1977), Jorge Amado não...
Comentários
É esse mesmo o segredo de um bom mentiroso! Por isso evito mentir: sou boa nisso... rs
Grande beijo para ti!
http://omundoparachamardemeu.blogspot.com/
Beijos e ótima semana pra ti e para os teus.
Furtado.
Você mulher
Atrás da telinha
Amiga internauta
Mulher menina
Menina mulher
Olhos atentos dedos tão ágeis
Sonhos bonitos
formas virtuais
Te leio e compreendo
Te escrevo o que sou
Te creio especial, alegre e feliz
Mulher de todas as formas
Bonita sensual
Mulher tão perfeita
De um mundo irreal
Mulher sem nome
Sem rosto
Que no teclado se expõe
Te recria
Recomeça e renasce
Todo o dia
Em nova fantasia.
(Elizabeth Kaél)
Um grande abraço pelo Dia do Blogueiro!
Tais Luso
para pétalas um verso, para espinhos uma sensação