ENTREGA
Se o meu corpo pulsa
E a minha alma torta
abre a estranha porta
do meu desejo
então tudo que me assusta
todo o meu medo
é minha voz que expulsa
como um segredo
E se eu tenho um beijo
um abraço, um apego
E se um tanto me escutas
Se é tudo o que eu vejo
Então não lamento
despertar minha fúria
porque a minha luxúria
é um tom, um momento.

Comentários
Lindo!
Bjs
Mila
O poema ditado pela força do desejo, e pelo amor, é o néctar do leitor sedento pelo novo.
Estou seguindo novamente o blog e a escritora que soberbamente dá um show na abordagem sobre Drácula de Bram Stoker.
Abraços, bjs.
Talvez goste de minhas confissões também: http://omundoparachamardemeu.blogspot.com/2011/01/desejo.html